No
dia 20 de fevereiro foi ao ar no programa Espaço Experimental, um painel sobre
a educação para privados de liberdade. O painel abordou a educação como elemento
fundamental para a ressocialização dos detentos do sistema prisional da
Paraíba. Participaram duas representantes da Secretaria de Estado de
Administração Penitenciária: Sylvana Matias, Coordenadora do Eixo de Educação,
e Ziza Maia, Gerente de Ressocialização. Outro convidado foi o professor Timothy
Ireland, dos programas de pós-graduação em Educação e de Direitos Humanos da
UFPB. O painel teve produção de Dani Fechine, Gabriela Figueirôa e Vítor Nery. O
Espaço Experimental é produzido pela Oficina de Radiojornalismo do curso de Jornalismo
da UFPB e veiculado na Rádio Tabajara AM (1.110 KHz) todos os sábados, às 9
horas da manhã. Ouça o painel clicando nos players a seguir: (Jailma Santos)
segunda-feira, 28 de março de 2016
sábado, 12 de dezembro de 2015
II Colóquio sobre Segurança Pública e Violência – com Lúcia Lemos
A professora Lúcia Lemos Dias foi a convidada para o segundo colóquio sobre Segurança Pública e Violência, realizado no dia 18 de novembro de 2015 pela turma de Jornalismo e Cidadania do Curso de Jornalismo da Universidade Federal da Paraíba. Lúcia atua no Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da UFPB e integra a Comissão de Direitos Humanos dessa universidade. Tem doutorado e mestrado em Serviço Social, com estudos na área de segurança pública e violência. O colóquio foi organizado por Gabriela Garcia, João Diniz, Moacyr Martins e Wanderson Fernandes.
Confira a seguir os vídeos do colóquio:
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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
Pare aqui, por favor!
Por Moacyr Martins
Talvez nem toda mulher pessoense saiba, mas já faz dois anos (desde que foi aprovada a Lei 1824/13) que depois das 22 horas, os ônibus são obrigados a parar fora do ponto se uma passageira solicitar o benefício ao motorista. Tudo isto para garantir a segurança feminina durante o uso dos coletivos à noite, quando é maior a incidência de vários tipos de violência, especialmente contra a mulher. No portal “João+ Pessoas” que é ligado a Prefeitura Municipal temos a transcrição leteral da Lei, nos seguintes termos: Lei 1.824/13: Após as 22h, os condutores dos veículos utilizados para prestação de serviço do transporte público coletivo devem parar os ônibus para possibilitar o desembarque de pessoas do sexo feminino em qualquer local onde seja permitido estacionamento, no trajeto regular da respectiva linha, mesmo que nele não haja ponto de parada regulamentado.
Para saber mais, assista ao vídeo institucional postado no portal Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=XJSpYmi7-dA
E lembre-se: É lei. Portanto exija sempre o seu direito para que ele não figure só no papel.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Quais os lugares mais violentos do mundo?
Por Moacyr Martins
Quer conhecer quais os lugares mais ou menos violentos do mundo? Anda precisando de dados estatísticos confiáveis para dar respaldo a algum trabalho sobre temas que envolvam homicídios? Nesta página (toda em inglês) você encontra as últimas taxas de homicídios do Brasil e em praticamente todo canto do planeta, através de uma plataforma gráfica super simples de entender e usar. Basta girar o globo terrestre virtual disponibilizado, escolher o país, o estado ou a cidade desejada e obter automaticamente os dados mais recentes sobre as taxas de homicídios, podendo, inclusive, compará-las.
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segunda-feira, 30 de novembro de 2015
Brasil previne-se de ataques terroristas no Rio em 2016
Após os recentes atentados terroristas a Paris por jihadistas do Estado Islâmico, o Brasil intensificou os preparativos para evitar que o pior aconteça durante as Olimpíadas do Rio 2016. Esquadrões antibombas e sistemas de defesa contra armas biológicas estão sendo montados. Além disso, está se fazendo o rastreamento das credenciais em busca de possíveis suspeitos de extremismos. Fique por dentro do que está sendo organizado em termos de segurança clicando no link abaixo: (Moacyr Martins)
Veja mais clicando aqui: Brasil faz treino anti terror para olimpíadas 2016
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Segurança pública: conhecer para transformar
Está procurando saber
mais sobre a segurança pública no Brasil? Então vale a pena entrar nesta página e
conhecer de perto o trabalho da professora Bartira Macêdo, da Universidade Federal
de Goiás, especialista em processo penal. No trabalho ela questiona a falta de
estudos conceituais sobre o tema e de uma política nacional para a segurança
pública e diz o quase óbvio: que no Brasil muitos discorrem sobre o tema, porém
poucos o conhecem a fundo. Vale a pena clicar e conferir (Moacyr Martins).
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
Violência contra a mulher negra. Até quando?
Por João Diniz
Dados divulgados pelo Mapa da Violência 2015 colocam o Brasil em 5º lugar na taxa de homicídios contra a mulher, em um estudo realizado em 83 países. Em 2013, 4.762 mulheres foram assassinadas. Entre 2003 e 2013, os assassinatos de mulheres negras subiram 54,2%, passando de 1.864 para 2.875. Por outro lado, os homicídios de mulheres brancas passaram de 1.747 para 1.576, representando uma redução de 9,8%.
Para protestar contra este cenário desfavorável, na última quarta-feira (18) foi realizada em Brasília a Marcha das Mulheres Negras. O movimento faz parte da comemoração do Mês da Consciência. Na ocasião, um incidente ocorreu, reforçando a necessidade de adoção de medidas que combatam a violência e o preconceito.
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segunda-feira, 16 de novembro de 2015
Mudar é preciso, sobreviver também!
Um
estudo disponibilizado on-line pelo professor em Direito Penal que leciona em
duas instituições de ensino superior no Paraná, Neemias Prudente, expõe em
números a triste realidade em que se encontram as cidades brasileira no tocante
a Segurança Pública, bem como analisa de
forma científica os seus aparatos de
controle e vigilância em atuação. É um
material enriquecedor para todo aquele que queira se aprofundar um pouco mais
neste tema tão controverso. (Moacyr Martins)
sábado, 14 de novembro de 2015
Anistia Internacional desnuda o Brasil
O
cientista politico Maurício Santoro, que atua como assessor dos Direitos Humanos da Anistia Internacional
no Brasil, concedeu uma instigante entrevista ao site dessa ONG destacando a crise de violência
no país e no mundo. Durante o diálogo ele discorre sobre a situação da
violência em todo o mundo segundo os dados estatísticos contidos no Relatório 2014/15
do órgão que assessora, e em especial relata a situação brasileira. Confira a seguir
a entrevista com o cientista Maurício Santoro (Moacyr Martins)
Relatório da Anistia Internacional destaca violência no mundo e crise da segurança pública no Brasil
A Anistia Internacional lançou nesta quarta-feira
(25) o relatório 2014/15– O Estado dos Direitos Humanos no Mundo.
Internacionalmente, 2014 foi um ano catastrófico para milhões de pessoas,
atingidas pela violência. A resposta global a conflitos e abusos por Estados e grupos
armados tem sido vergonhosa e ineficaz. Já no Brasil, o destaque é o agravamento da crise da segurança
pública.
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
Criança desaparecida? Saiba o que fazer
Por João Diniz
Em momentos de desespero pelo
desaparecimento de um filho ou parente, orientações de como agir podem ser
decisivas para a localização do ente querido. O Conselho Nacional de Justiça
(CNJ) tentou passar algumas instruções para os familiares por meio de um
cartaz.
Uma das principais ações é o registro do
boletim de ocorrência. E, para isso, os pais devem procurar imediatamente uma
delegacia, sem a necessidade de aguardar 24 horas do fato ocorrido.
Para auxiliar as autoridades na busca pela
criança desaparecida, é essencial que os pais tenham consigo uma foto
atualizada e memorizem as vestimentas que estava usando no momento do
desaparecimento.
quarta-feira, 25 de março de 2015
A violência durante a gravidez
Um estudo desenvolvido na Espanha aponta que 22,7% das mulheres grávidas sofrem violência física, psicológica ou sexual de seus parceiros. Os danos causados podem ser devastadores, tanto para a mãe quanto para o feto. Uma matéria publicada no site Exame.com aponta as circunstâncias mais comuns para essa violência. Confira neste link: (Kalyne Lima)
segunda-feira, 9 de março de 2015
Só quero que acabe: a dor de quem sofre assédio moral
Por Kalyne
Lima
Há muito se ouve falar de assédio sexual.Essa violência abala a vida não só da vítima, mas de sua família e amigos. Mas existe outro tipo de assédio que é recorrente nas relações de poder. Trata-se do assédio moral, do patrão contra o funcionário, do professor contra o aluno, enfim, do que se coloca em situação de superioridade contra o vulnerável.
Em alguns casos, o dano pelo
assédio moral bloqueia a vítima, desestruturando-a emocionalmente, chegando a
traumatizá-la e até convencê-la a se anular em seus ideais e convicções, e é um
mal que deixa sequelas terríveis.
Para o profissional, deixar-se
humilhar é aceitar transformar-se num ser sem valor para a sociedade; para o
estudante, é engessar o seu potencial e impedir o desenvolvimento pleno de suas
habilidades, entregando-se ao tão popular“só quero que esse curso acabe”.
quinta-feira, 5 de março de 2015
Entrevista com Ricardo Balestreri
O Estado brasileiro não assume a responsabilidade diante da violência. Essa é a reflexão feita por Ricardo Balestreri, ex-Secretário Nacional de Segurança Pública e atual consultor de segurança do Rio Grande do Norte. A ausência de políticas públicas e a ação limitada das polícias são algumas das fragilidades na atuação do Estado apontadas pelo especialista. Eu entrevistei Balestreri que apresentou um panorama da violência no País. (Kalyne Lima)
domingo, 1 de março de 2015
Violência Obstétrica
Após pesquisa realizada pela Fundação Perseu
Abramo que divulgou que uma em cada quatro mulheres brasileiras sofrem
violência durante o parto em hospitais públicos, a fotógrafa Carla Raiter e a
produtora cultural Caroline Ferreira criaram o projeto fotográfico Retratos da Violência Obstétrica, Confira
no link. (Kalyne Lima)
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