Em São Gabriel da Cachoeira, Amazonas, homens, mulheres
e crianças são confinados numa mesma delegacia. Os presos, que sofrem com a superlotação
e insalubridade, não têm perspectivas de um tratamento digno no seu período de reclusão,
uma vez que, independente da gravidade do crime, dividem o mesmo espaço. Reportagem
publicada no site Repórter Brasil
traz
relatos do sofrimento de mães que veem seus filhos em celas ao lado, de uma
gestante que sofre sem acompanhamento, além do promotor e do delegado
responsável, que tentam encontrar condições melhores para os presos. Leia a
reportagem completa aqui.
(João Pedro Melo)
quarta-feira, 23 de agosto de 2017
segunda-feira, 21 de agosto de 2017
O MBL e a ditadura da miséria
Por Gabriel Neves
O Movimento Brasil Livre (MBL) deu início, no dia 19 de
junho, por meio do You Tube, a uma campanha
contra o regime semiaberto no Brasil. Esse
regime consiste na possibilidade de os presos cumprirem suas penas fora das
penitenciárias, saindo durante o dia e retornando à noite. Os detentos que
conseguem o benefício têm a oportunidade de trabalhar em lugares determinados
pela Justiça.
Tal campanha está apoiando o Projeto de Lei 3.174, da
autoria do Deputado Giovani Cherini (PR) e outros, como Jair Bolsonaro (PSC) e
Eduardo Bolsonaro (PSC). Extinguindo o regime semiaberto, o PL estabelece o
regime fechado e aberto para o cumprimento da pena privativa de liberdade.
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segunda-feira, 14 de agosto de 2017
Se soluções são criadas, problemas também podem ser
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Descrição para cegos: foto de 3 peças de xadrez sobre um tabuleiro.
Em primeiro plano, um peão preto e, um pouco atrás, a rainha e um bispo brancos.
|
Por
Gabriel Neves
A caracterização de um determinado
problema faz parte da construção de uma política, principalmente de segurança
pública. Em outras palavras, quando se quer construir uma política que não deve
ser explicitada para todos, uma definição sobre determinado problema é
elaborada.
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quarta-feira, 2 de agosto de 2017
EUA têm maior população carcerária do mundo
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| Descrição para cegos: imagem contém a bandeira dos Estados Unidos no fundo. Na parte superior esquerda, o nome Netflix e, no meio, o nome A 13ª Emenda. |
Por Gabriel Neves
Tem-se
a impressão, ou ao menos teve-se durante um tempo, de que conteúdos veiculados
nas grandes indústrias do audiovisual possuem potencialidade para ser apenas
balela hollywoodiana (lê-se narrativa clássica) para “encantar” um certo tipo
de telespectador passivo. A Netflix, porém, está aí para mostrar que isso não é
totalmente verdade, apresentando, em sua plataforma, o documentário A 13ª Emenda, que fala sobre uma
política de segregação nos Estados Unidos e que põe, como uma dessas políticas,
o encarceramento em massa - assunto de segurança pública.
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quarta-feira, 12 de julho de 2017
V Colóquio de Segurança Pública e Violência, com Gustavo Batista
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| Descrição para cegos: foto do professor Gustavo Batista durante o colóquio. Ele aparece falando e, em primeiro plano, na parte de baixo da imagem, aparece a câmera filmando-o. |
No dia 20 de abril de 2017 a
turma de Jornalismo, Cidadania e Direitos Humanos do Curso de Jornalismo da
UFPB recebeu o professor Gustavo
Barbosa de Mesquita Batista para o V Colóquio em Sala de Aula sobre Segurança
Pública e Violência. Docente do Centro de Ciências Jurídicas, o convidado é vice
coordenador do Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos, Cidadania e
Políticas Públicas e integrante da Comissão de Direitos Humanos da Universidade
Federal da Paraíba. O colóquio foi organizado por Gabriel Botto, José Albino,
Lucas Santos e Suedna Lima.
VEJA O COLÓQUIO NA ÍNTEGRA
1 – Direitos Humanos nas penitenciárias
O professor explica como se dá a relação dos defensores
dos direitos humanos com os presidiários e analisa a atual situação brasileira
dos encarcerados e das penitenciárias.
segunda-feira, 29 de maio de 2017
Guerra?
Descrição para cegos: em primeiro plano um grupo de policiais, alguns se protegendo com escudos, enquanto um deles atira. A foto capta o momento em que, disparada, o rastro de fogo do projétil sai do cano da arma. Ao fundo fumaça e coisas queimando. Sobre a calçada ao lado dos militares há um painel amassado. (Foto: Betinho Casas Novas)
Por Lucas Santos
Século XXI, 2017, América do Sul, Brasil. Ainda é tolerável que exista Polícia Militar. Quando digo tolerável, não falo que é algo aceitável, mas a sociedade discute e confronta a sua existência. Pessoas anseiam que ela continue do jeito que está e perpetue sua guerra. Pois estamos em guerra, guerra contra as drogas, guerra contra os marginais, guerra contra manifestantes, guerra contra os indígenas, GUERRA.
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segunda-feira, 8 de maio de 2017
Violência, pobreza, fome e música
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Descrição
para cegos: nome “cabidela” escrito com sangue
|
Por Lucas Santos
Enquanto a música prossegue a
câmera se move com o assassino na sua moto atravessando uma comunidade, por
becos e ruelas, onde a violência geralmente ocorre, mostrando a realidade. A
música sempre fala da violência mas não a vê como o problema principal e sim
uma consequência dos verdadeiros problemas, que são a fome e a pobreza.
sexta-feira, 7 de abril de 2017
Prevenção de violência sexual na infância
Descrição
para cegos: capa do livro. Apresenta no canto superior direito a ilustração do
personagem Pipo de cabeça para baixo e no canto inferior esquerdo a da
personagem Fifi. Ambos têm olhos grandes e lembram bonecos de pelúcia. Ao
fundo, um papel de parede com várias cuecas voando.
Por José Albino
Pipo e Fifi é um livro educativo escrito por Caroline Arcari, ilustrado
por Isabela Santos e produzido pelo Instituto CORES. Tem como foco o público infantil a partir dos 4 anos de idade e
serve como uma ferramenta de proteção contra a violência sexual na infância, propondo-se
a ensinar as crianças a diferenciarem, sozinhas, um toque de amor de toques
abusivos.
O livro tem 34 páginas muito ilustradas
e coloridas, com um texto simplificado para as crianças, mas também dialoga com
os pais e responsáveis, além de conter atividades interativas para uma
abordagem lúdica do tema.
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quarta-feira, 5 de abril de 2017
Boas práticas no apoio a vítimas LGBT
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| Descrição para cegos: reprodução da capa do manual.
Sem imagens, ela apresenta, no canto superior esquerdo, a inscrição “Violência
de gênero”. No centro, o título da obra e, no canto inferior direito, a sigla
CIG.
Por José
Albino
A Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Gênero ou CIG, do governo de
Portugal, publicou, em 2016, o manual Violência doméstica: boas práticas no apoio a vítimas LGBT: guia de boas práticas para profissionais de estruturas de apoio a vítimas, que também pode ser útil no Brasil.
O
guia é composto por quatro capítulos dentro de 67 páginas. São eles: A situação das pessoas LGBT, Violência
doméstica e as pessoas LGBT, Breve guia para atendimento a vítimas LGBT e Desafios para a intervenção. Pessoas
trans, insultos, invisibilidade, isolamento em função da orientação sexual,
violência e preconceito são alguns dos assuntos abordados
A CIG,
responsável pelo manual, é um órgão
de administração direta do governo de Portugal que tem como missão garantir a
execução de políticas públicas acerca da igualdade de gênero, combate à
violência doméstica e tráfico de seres humanos.
Clique aqui e leia gratuitamente.
|
terça-feira, 28 de março de 2017
Violência contra a mulher na mídia
Descrição para cegos: arte de
divulgação do bate papo com nome do evento, horário e organizadores
Por José Albino
O Intervozes realiza nesta quarta-feira um bate-papo online sobre os programas policialescos e as violações cotidianas cometidas contra os direitos das mulheres. Violações essas que estão presentes diariamente nos grandes meios de comunicação e que passam despercebidas e acabam sendo ignoradas. O bate-papo acontecerá através do site do Intervozes e terá como convidadas a procuradora federal Ana Carolina Roman, do MPF-DF,e a jornalista Luciana Araújo, do instituto Patrícia Galvão. Para acessar a conversa ao vivo, acesse o link do site Intervozes quarta-feira, às 19h30: www.intervozes.org.br
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
IV Colóquio de Segurança Pública e Violência, com Fábio França
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| Descrição para cegos: foto de Fábio França no colóquio. Em primeiro plano aparece o visor da câmera captando a imagem. |
Realizado para a disciplina Jornalismo,
Cidadania e Direitos Humanos do curso de Jornalismo da Universidade Federal da
Paraíba, o IV Colóquio de Segurança Pública aconteceu no dia 20 de outubro de
2016. Teve como convidado o capitão Fábio Gomes de França, que leciona
Criminologia no Centro de Educação da Polícia Militar da Paraíba. Ele é doutor
e mestre em Sociologia pela Universidade Federal da Paraíba, pesquisador do
Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos, com estudos nas áreas da Sociologia da
Violência e Sociologia Jurídica e do Controle Social. A organização do colóquio foi de Annaline Araújo, Cristiano
Sacramento, João Diniz e Manoel Holanda.
CONFIRA O COLÓQUIO NA ÍNTEGRA:
1 - A formação do
aluno policial
- O professor apresenta como os alunos dos centros
de formação de polícia reagem à inserção de conteúdos pautados no Direitos Humanos.
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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
Em português Manual da OMS sobre violência juvenil
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Descrição para cegos: a ilustração é formada por dois
personagens, o que está ao lado esquerdo da tela agride o que está à direita.
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A tradução do manual foi realizada pelo Núcleo de Estudos da
Violência da Universidade de São Paulo (NEV/USP). O documento intitulado Prevenindo a violência juvenil: um
panorama das evidências, objetiva auxiliar
formuladores de políticas públicas que atuam em governos ou organizações
populares na criação de programas de prevenção da violência juvenil. Para
acessar o documento clique aqui.
(Cristiano Sacramento)
sábado, 3 de dezembro de 2016
Impunidade em homicídios de comunicadores
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Descrição para cegos: ilustração de um monitor com o logotipo
do relatório O Ciclo do Silêncio na tela. O logotipo é composto de 4 tarjas em
posição horizontal escritas com o nome do relatório.
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Por Cristiano Sacramento
Um levantamento realizado pela organização Artigo 19 culminou
no relatório denominado O Ciclo do
Silêncio: impunidade em homicídios de comunicadores no Brasil que investigou
as características de 12 homicídios cometidos contra comunicadores no país. A
análise abrangeu o período entre 2012 e 2014.
O lançamento foi realizado no dia 2 de novembro, data
instituída como Dia Internacional pelo Fim da Impunidade em Crimes contra
Jornalistas. Um dos casos que constam no estudo é o do jornalista Rodrigo Neto,
natural da cidade de Ipatinga, interior de Minas Gerais. Ele foi assassinado em
2013. Na época, Rodrigo produzia reportagens investigativas.
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terça-feira, 29 de novembro de 2016
Crimes de ódio: um atentado à sociedade
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