quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Guarda Civil é dono de site sobre PCC

Descrição para cegos: print mostra o nome do blog (Primeiro Comando da Capital – PCC – 1533). Abaixo, tem-se o slogan, que diz “Maior site específico de estudos, artigos acadêmicos, fatos, histórias, e estatísticas referentes à facção”. Logo após, um botão para se inscrever no blog e, por último, o menu, que indica os novos posts, o estatuto, o dicionário, a cartilha e outras opções.

Por Gabriel Neves

Costumamos, em alguma parte de nosso tempo, pesquisar sobre assuntos diversos. E, em uma dessas “caminhadas” pela internet, deparei-me com algo um tanto fora do comum e ainda relacionado com o tema deste blog: um site especializado em estudos sobre a maior facção criminosa do Brasil, o Primeiro Comando da Capital (PCC).

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Superlotação sem restrição em delegacia amazonense

Descrição para cegos: foto mostra, em primeiro plano, dois jovens debruçados na grade de sua cela, que está fechada, com os braços para fora. Em segundo plano, outra cela fechada, com trapos amarrados na grade, e vários jovens sentados dentro dela. As paredes estão sujas e riscadas.
Em São Gabriel da Cachoeira, Amazonas, homens, mulheres e crianças são confinados numa mesma delegacia. Os presos, que sofrem com a superlotação e insalubridade, não têm perspectivas de um tratamento digno no seu período de reclusão, uma vez que, independente da gravidade do crime, dividem o mesmo espaço. Reportagem publicada no site Repórter Brasil traz relatos do sofrimento de mães que veem seus filhos em celas ao lado, de uma gestante que sofre sem acompanhamento, além do promotor e do delegado responsável, que tentam encontrar condições melhores para os presos. Leia a reportagem completa aqui. (João Pedro Melo)

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

O MBL e a ditadura da miséria

Descrição para cegos: imagem capturada de vídeo do MBL no YouTube mostra Kim Kataguiri falando para a câmera. Abaixo do vídeo, lê-se: “Lugar de vagabundo é na cadeia! Ajude o MBL na luta contra a impunidade.”
Por Gabriel Neves

O Movimento Brasil Livre (MBL) deu início, no dia 19 de junho, por meio do You Tube, a uma campanha contra o regime semiaberto no Brasil. Esse regime consiste na possibilidade de os presos cumprirem suas penas fora das penitenciárias, saindo durante o dia e retornando à noite. Os detentos que conseguem o benefício têm a oportunidade de trabalhar em lugares determinados pela Justiça.
Tal campanha está apoiando o Projeto de Lei 3.174, da autoria do Deputado Giovani Cherini (PR) e outros, como Jair Bolsonaro (PSC) e Eduardo Bolsonaro (PSC). Extinguindo o regime semiaberto, o PL estabelece o regime fechado e aberto para o cumprimento da pena privativa de liberdade.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Se soluções são criadas, problemas também podem ser

Descrição para cegos: foto de 3 peças de xadrez sobre um tabuleiro. Em primeiro plano, um peão preto e, um pouco atrás, a rainha e um bispo brancos.

Por Gabriel Neves

A caracterização de um determinado problema faz parte da construção de uma política, principalmente de segurança pública. Em outras palavras, quando se quer construir uma política que não deve ser explicitada para todos, uma definição sobre determinado problema é elaborada.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

EUA têm maior população carcerária do mundo

Descrição para cegos: imagem contém a bandeira dos Estados Unidos no fundo. Na parte superior esquerda, o nome Netflix e, no meio, o nome A 13ª Emenda.


Por Gabriel Neves


Tem-se a impressão, ou ao menos teve-se durante um tempo, de que conteúdos veiculados nas grandes indústrias do audiovisual possuem potencialidade para ser apenas balela hollywoodiana (lê-se narrativa clássica) para “encantar” um certo tipo de telespectador passivo. A Netflix, porém, está aí para mostrar que isso não é totalmente verdade, apresentando, em sua plataforma, o documentário A 13ª Emenda, que fala sobre uma política de segregação nos Estados Unidos e que põe, como uma dessas políticas, o encarceramento em massa - assunto de segurança pública.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

V Colóquio de Segurança Pública e Violência, com Gustavo Batista

Descrição para cegos: foto do professor Gustavo Batista durante o colóquio. Ele aparece falando e, em primeiro plano, na parte de baixo da imagem, aparece a câmera filmando-o.

No dia 20 de abril de 2017 a turma de Jornalismo, Cidadania e Direitos Humanos do Curso de Jornalismo da UFPB recebeu o professor Gustavo Barbosa de Mesquita Batista para o V Colóquio em Sala de Aula sobre Segurança Pública e Violência. Docente do Centro de Ciências Jurídicas, o convidado é vice coordenador do Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos, Cidadania e Políticas Públicas e integrante da Comissão de Direitos Humanos da Universidade Federal da Paraíba. O colóquio foi organizado por Gabriel Botto, José Albino, Lucas Santos e Suedna Lima.

VEJA O COLÓQUIO NA ÍNTEGRA

1 – Direitos Humanos nas penitenciárias
O professor explica como se dá a relação dos defensores dos direitos humanos com os presidiários e analisa a atual situação brasileira dos encarcerados e das penitenciárias.



segunda-feira, 29 de maio de 2017

Guerra?

Descrição para cegos: em primeiro plano um grupo de policiais, alguns se protegendo com escudos, enquanto um deles atira. A foto capta o momento em que, disparada, o rastro de fogo do projétil sai do cano da arma. Ao fundo fumaça e coisas queimando. Sobre a calçada ao lado dos militares há um painel amassado. (Foto: Betinho Casas Novas)
                                                                                              Por Lucas Santos
Século XXI, 2017, América do Sul, Brasil. Ainda é tolerável que exista Polícia Militar. Quando digo tolerável, não falo que é algo aceitável, mas a sociedade discute e confronta a sua existência. Pessoas anseiam que ela continue do jeito que está e perpetue sua guerra. Pois estamos em guerra, guerra contra as drogas, guerra contra os marginais, guerra contra manifestantes, guerra contra os indígenas, GUERRA.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Violência, pobreza, fome e música

Descrição para cegos: nome “cabidela” escrito com sangue

Por Lucas Santos

         No dia 18 de dezembro de 2014 a banda Seu Pereira e o Coletivo 401 publicaram um videoclipe de uma música, intitulada Cabidela. Neste vídeo, dirigido por Alex Camilo, eles criticam a violência e a mídia. Juntando a música e o clipe, é construído o clima da história, que mostra o assassinato do Seu Pereira, morto em um bar, enquanto conversava com os seus amigos – mas o clipe vai muito além disso.
Enquanto a música prossegue a câmera se move com o assassino na sua moto atravessando uma comunidade, por becos e ruelas, onde a violência geralmente ocorre, mostrando a realidade. A música sempre fala da violência mas não a vê como o problema principal e sim uma consequência dos verdadeiros problemas, que são a fome e a pobreza.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Prevenção de violência sexual na infância

Descrição para cegos: capa do livro. Apresenta no canto superior direito a ilustração do personagem Pipo de cabeça para baixo e no canto inferior esquerdo a da personagem Fifi. Ambos têm olhos grandes e lembram bonecos de pelúcia. Ao fundo, um papel de parede com várias cuecas voando.
Por José Albino

        Pipo e Fifi é um livro educativo escrito por Caroline Arcari, ilustrado por Isabela Santos e produzido pelo Instituto CORES. Tem como foco o público infantil a partir dos 4 anos de idade e serve como uma ferramenta de proteção contra a violência sexual na infância, propondo-se a ensinar as crianças a diferenciarem, sozinhas, um toque de amor de toques abusivos.

        O livro tem 34 páginas muito ilustradas e coloridas, com um texto simplificado para as crianças, mas também dialoga com os pais e responsáveis, além de conter atividades interativas para uma abordagem lúdica do tema.

       

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Boas práticas no apoio a vítimas LGBT

Descrição para cegos: reprodução da capa do manual. Sem imagens, ela apresenta, no canto superior esquerdo, a inscrição “Violência de gênero”. No centro, o título da obra e, no canto inferior direito, a sigla CIG.

Por José Albino

O guia é composto por quatro capítulos dentro de 67 páginas. São eles: A situação das pessoas LGBT, Violência doméstica e as pessoas LGBT, Breve guia para atendimento a vítimas LGBT e Desafios para a intervenção. Pessoas trans, insultos, invisibilidade, isolamento em função da orientação sexual, violência e preconceito são alguns dos assuntos abordados

         A CIG, responsável pelo manual, é um órgão de administração direta do governo de Portugal que tem como missão garantir a execução de políticas públicas acerca da igualdade de gênero, combate à violência doméstica e tráfico de seres humanos.

           Clique aqui e leia gratuitamente.

terça-feira, 28 de março de 2017

Violência contra a mulher na mídia

Descrição para cegos: arte de divulgação do bate papo com nome do evento, horário e organizadores  
                                                                                            
  Por José Albino

 O Intervozes realiza nesta quarta-feira um bate-papo online sobre os programas policialescos e as violações cotidianas cometidas contra os direitos das mulheres. Violações essas que estão presentes diariamente nos grandes meios de comunicação e que passam despercebidas e acabam sendo ignoradas. O bate-papo acontecerá através do site do Intervozes e terá como convidadas a procuradora federal Ana Carolina Roman, do MPF-DF,e a jornalista Luciana Araújo, do instituto Patrícia Galvão. Para acessar a conversa ao vivo, acesse o link do site Intervozes quarta-feira, às 19h30: www.intervozes.org.br                                                             

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

IV Colóquio de Segurança Pública e Violência, com Fábio França

Descrição para cegos: foto de Fábio França no colóquio. Em primeiro plano aparece o visor da câmera captando a imagem.

Realizado para a disciplina Jornalismo, Cidadania e Direitos Humanos do curso de Jornalismo da Universidade Federal da Paraíba, o IV Colóquio de Segurança Pública aconteceu no dia 20 de outubro de 2016. Teve como convidado o capitão Fábio Gomes de França, que leciona Criminologia no Centro de Educação da Polícia Militar da Paraíba. Ele é doutor e mestre em Sociologia pela Universidade Federal da Paraíba, pesquisador do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos, com estudos nas áreas da Sociologia da Violência e Sociologia Jurídica e do Controle Social. A organização do colóquio foi de Annaline Araújo, Cristiano Sacramento, João Diniz e Manoel Holanda.

CONFIRA O COLÓQUIO NA ÍNTEGRA:

1 - A formação do aluno policial
- O professor apresenta como os alunos dos centros de formação de polícia reagem à inserção de conteúdos pautados no Direitos Humanos.



quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Em português Manual da OMS sobre violência juvenil

Descrição para cegos: a ilustração é formada por dois personagens, o que está ao lado esquerdo da tela agride o que está à direita. 

A tradução do manual foi realizada pelo Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV/USP). O documento intitulado Prevenindo a violência juvenil: um panorama das evidências, objetiva auxiliar formuladores de políticas públicas que atuam em governos ou organizações populares na criação de programas de prevenção da violência juvenil. Para acessar o documento clique aqui. (Cristiano Sacramento)

sábado, 3 de dezembro de 2016

Impunidade em homicídios de comunicadores

 Descrição para cegos: ilustração de um monitor com o logotipo do relatório O Ciclo do Silêncio na tela. O logotipo é composto de 4 tarjas em posição horizontal escritas com o nome do relatório.

Por Cristiano Sacramento

Um levantamento realizado pela organização Artigo 19 culminou no relatório denominado O Ciclo do Silêncio: impunidade em homicídios de comunicadores no Brasil que investigou as características de 12 homicídios cometidos contra comunicadores no país. A análise abrangeu o período entre 2012 e 2014.
O lançamento foi realizado no dia 2 de novembro, data instituída como Dia Internacional pelo Fim da Impunidade em Crimes contra Jornalistas. Um dos casos que constam no estudo é o do jornalista Rodrigo Neto, natural da cidade de Ipatinga, interior de Minas Gerais. Ele foi assassinado em 2013. Na época, Rodrigo produzia reportagens investigativas.